12 erros de finanças pessoais que as pessoas cometem repetidamente

Provavelmente você já deve ter cometido algum desses doze erros… Pior ainda, mais de uma vez!

Recebemos muitos e-mails de pessoas descrevendo problemas com finanças pessoais em suas vidas.

O que nos surpreende é que vemos a maioria dos mesmos problemas surgindo várias vezes repetidamente.

Claro que algumas particularidades das histórias mudam, assim como a gravidade da situação, mas esses mesmos doze erros aparecem em quase todas as histórias que ouvimos sobre problemas financeiros.

Pior ainda, muitas vezes vários itens dessa lista aparecem na mesma história de aflição.

Ninguém está imune a eles e não vamos te dizer que seja fácil parar de comete-los.

É muito mais fácil dizer o que deve ser feito, pois parece até meio óbvio, mas sabemos que não é fácil de executar, sobretudo os endividados!

Mas podemos garantir que, com disciplina e foco, qualquer um pode corrigir essas situações financeiras e superar esses erros.

Aqui estão eles: Os doze maiores erros de finanças pessoais que ouvimos as pessoas cometerem repetidamente.

1) A preocupação raramente se estende além do próximo salário ou dois.

Essas são as pessoas que vivem de salário em salário. Seu próximo salário ou dois cobrirá as contas imediatas.
Se houver algum dinheiro sobrando, ele será gasto em coisas frívolas.

-Essas são as pessoas que estão constantemente verificando o saldo do cartão de débito, para saber quanto gastam ou as pessoas que fazem malabarismos com cartões de crédito que estão no limite máximo.

A única coisa que importa é o próximo salário e o breve espaço de respiração que ele fornece.


Qual a solução? 

O melhor remédio para que pessoas com essa mentalidade comecem a se controlar é, configurar algum tipo de plano de investimento automático.
Esse plano retiraria uma pequena quantia dessa conta corrente a cada semana e o colocaria em algum lugar seguro.

A questão não é tanto criar economias (embora isso seja muito útil e valioso), mas se afastar lentamente de gastar tudo o que tem e o que não tem.

 

2) Apenas uma pessoa da família sabe para onde vai o dinheiro.

A maioria das famílias tem uma pessoa que tem o controle sobre o gerenciamento do dinheiro – e isso é bom, principalmente se essa pessoa é particularmente orientada para os detalhes.

Pode ser muito útil ter quem gerencie as finanças, garanta que as contas sejam pagas e assim por diante.

O problema ocorre quando isso leva à atrofia financeira da família, onde ninguém, exceto a pessoa que administra as finanças, sabe para onde o dinheiro vai e é a responsável pelo processo de tomada de decisão.

Embora possa ser muito fácil deixar essa responsabilidade para alguém, também pode ser muito perigoso.

Essa pessoa pode não estar economizando adequadamente para os objetivos da família, pode estar aproveitando o uso do cartão de crédito para permitir que todos continuem gastando como estão, e assim por diante.

Qual a solução?

A melhor solução é que os parceiros realizem reuniões mensais sobre sua situação financeira. 

Apenas sente-se e fale sobre isso. Analise o registro do talão de cheques, cartões, as contas e verifique se todos estão cientes de onde o dinheiro está indo e por que está indo para lá.

Então, se houver problemas, eles poderão ser discutidos e tratados adequadamente.

Fazer isso é a melhor forma de garantir que surpresas desagradáveis – como contas ocultas de cartão de crédito e assim por diante – não surjam.

-Aqui no blog temos um artigo excelente que aborda a importância de cuidar da saúde financeira, não deixe de conferir!

3) Os parceiros não falam sobre seus objetivos compartilhados.

Somente quando casais começam a sentar e conversar sobre suas metas comuns é que as coisas começam a se encaixar.

De repente pode haver alguns sonhos que não combinam com o do outro e vice-versa.

Em vez de lutar um contra o outro sobre o que cada um quer individualmente, podem encontrar um motivador que os empurre para conseguir o que queiram juntos.

Quem sabe uma grande surpresa pode acontecer e vocês descobram que: o que um queria e o que os dois queiram, não está tão distante.

Qual a solução?

Sente-se com seu parceiro e fale sobre onde você quer estar em cinco anos. Em dez anos. Daqui a vinte e cinco anos. 

Descubra o que cada um de vocês quer individualmente e, em seguida, observe quais áreas se sobrepõem. 

Basta sentar, conversar e tornar as coisas concretas e específicas para transformar resistência em apoio – transformar ideias e sonhos vagos em ação.

Se comprometam a chegar a planos detalhados para as coisas que ambos  estão dispostos a trabalhar.

4) Não há orçamento ou limite de gastos, principalmente em itens não essenciais.

A questão aqui não é um orçamento rígido e rigoroso. É sobre não acompanhar e controlar os gastos de alguém em itens não essenciais.

Muitas pessoas simplesmente não se preocupam em acompanhar seus gastos com essas coisas de forma alguma, e geralmente ficam chocadas com quanto dinheiro foi gasto em coisas nada essenciais, quando a fatura do cartão de crédito vence.

Então eles pagam e esquecem de novo.

Casais que mantém seus gastos separados e não se preocupam com o quanto estão gastando, muitas vezes, resulta em uma bagunça, onde há contas a serem pagas e os dois gastam mais do que deveriam.

Uma comunicação clara pode tira-los dessa rotina e os dois passarem a ser muito mais racionais.

Qual a solução? 

Concorde com um limite de gastos para cada um por semana ou por mês.
E todos os gastos que excederem esse combinado devem ser discutidos e avaliados.

Isso requer honestidade e comprometimento de ambos os lados!

Portanto, a melhor maneira de fazer isso é conversar regularmente sobre esse assunto. 

5) Os membros da família e os amigos se emprestam dinheiro sem pensar nas consequências.

Isso é muito sério!

Muitas pessoas falam sobre a culpa, a raiva e a desconfiança que sentem quando se trata de dívidas com a família.

A incapacidade de pagar uma dívida familiar, gera um enorme desconforto. Deixando todos chateados por causa das expectativas que criaram uns nos outros  em termos de empréstimo de dinheiro

Qual a solução? 

Não misture empréstimos com família.

Se você quiser ajudar um membro da família com sua situação financeira, seja inteligente o suficiente para dar essa ajuda como um presente. Sem compromisso e esqueça-o.

Só faça isso caso você possa e não espere nenhum tipo de retorno.

Se você tem a expectativa de que o membro da família lhe pague de volta, então você mudou uma relação de amor e carinho para uma relação de credor-devedor, semelhante a negócios.

E caso você seja a pessoa que precise desse empréstimo só faça esse tipo de pedido com a certeza absoluta que terá condições de fazer esse pagamento!

E não fique chateado se a reposta do seu familiar for negativa, muito provavelmente essa pessoa só está tentando preservar a integridade da relação de vocês!

6) Não há fundo de emergência

Infelizmente a maioria das pessoas são completamente surpreendidas por despesas inesperadas.

É um desastre se o carro avariar ou perder o emprego – o modo pânico é aceso imediatamente.

Qual a solução?

É bem fácil – criar um fundo de emergência.

Inicie um plano de investimento automático, e não toque nesse dinheiro a menos que seja uma emergência, mesmo!!!!

Ter esse dinheiro flexível disponível torna as emergências muito mais fáceis de lidar. Além disso, esse fundo de emergência (uma vez que se torna normal e rotineiro) pode ser o início de uma meta de economia maior.

7) Não ter um seguro de proteção á acidentes pessoais, invalidez ou seguro de vida.

Pergunte a alguém o que eles fariam se o assalariado primário em sua casa falecesse repentinamente ou ficasse gravemente incapacitado e você frequentemente vai se deparar com um olhar de pânico de “veado nos faróis”.

Com certeza você conhece muitas pessoas que estão tendo sérios problemas após a incapacidade ou morte de um dos principais assalariados da casa.

Qual a solução?

Surpreendentemente, não é tão difícil se proteger contra esses dois eventos.

Um bom fundo de emergência saudável ajuda no curto prazo de qualquer um dos cenários, assim como uma apólice de seguro de vida sólida e uma apólice de seguro de invalidez de longo prazo cuidarão das necessidades de cada situação.

Se você é jovem e tem uma saúde razoável, ambos os tipos de políticas podem ser bastante baratos e protegem você contra qualquer desastre.

Uma política de cuidados de longo prazo (que cubra os custos associados aos seus cuidados, se você precisar de cuidados médicos e pessoais significativos para sobreviver) também pode ser útil.

 

8) As crianças são mantidas afastadas dos conceitos de dinheiro.

Muitas crianças (mesmo na adolescência) têm apenas uma compreensão mínima do dinheiro.

Eles veem isso apenas como uma maneira de conseguir as coisas que desejam, não como uma maneira de traduzir o trabalho de seus responsáveis em uma casa, comida na mesa, roupas, eletricidade, planos futuros e alguns prazeres.

Em vez disso, muitas crianças recebem uma mesada que não se baseia em nenhum esforço e pode gastá-lo inteiramente em seus desejos.

Nessa situação, o dinheiro tem pouco significado e é ainda pior quando é complementado por pais que entram com mais dinheiro o tempo todo.

Ou elas podem entender que, falar sobre dinheiro seja algo proibido e sujo. Consequentemente elas repetirão isso na fase adulta e terão sérios problemas como “dinheirofobia”.

Qual a solução? 

Converse sobre dinheiro com seus filhos, incluam eles nas tomadas de decisão econômicas da família. Permita com que eles entendam a importância das finanças pessoais.

Faça com que seus filhos ganhem dinheiro em troca de tarefas realizadas e, eventualmente, se desenvolvam para o empreendedorismo em pequena escala.

E quando eles ganharem dinheiro, peça que eles reservem alguma quantia para doar aos necessitados e para metas de investimento a longo prazo, para que eles entendam a utilidade do dinheiro.

9) Existe uma atitude pró-consumismo generalizada contra a frugalidade.

Talvez essa seja uma palavra nova para você, mas frugalidade significa ter prudência, sensatez, sobriedade sobre os costumes e hábitos.

Muitas pessoas evitam a frugalidade.

Eles acreditam muito na ideia de que “só vive apenas uma vez” e que é tolice se preparar para o futuro.
Afinal de contas “não sabemos se vamos estar vivos amanhã” não é mesmo?

As pessoas que acreditam nisso geralmente são pressionadas pelos colegas a gastar e pressionam outras pessoas a fazer o mesmo.

– Você não pode viver barato se for um dos nossos, certo? Você tem de ter todos os itens da moda.

-Viver barato? Vamos lá … isso é para perdedores.

Sinto te dizer, mas você está sendo um idiota

Qual é a solução? 

Se você é constantemente bombardeado com a sensação de que precisa gastar dinheiro para se encaixar em um grupo social, encontre outro grupo social.

Envolva-se em atividades pessoalmente atraentes para você que não giram em torno de gastar dinheiro.

Busque outras pessoas interessadas em ganhar mais dinheiro e usá-lo com inteligência.

Se você acha que precisa gastar para se sentir bem consigo mesmo, procure algum grau de aconselhamento, pois a sua autoestima não deve estar realmente ligada às coisas que você possui.

10) Os benefícios da empresa não são bem compreendidos ou utilizados.

A maioria dos empregadores oferece muitos benefícios interessantes, que são em grande parte desconhecidos – ou são subutilizados pelos funcionários.

Pode ser que na empresa onde você trabalha tenha serviços gratuitos como: fretado, contas de reembolso médico, refeições, palestras, livros, biblioteca e materiais de leitura. Aconselhamento sobre investimentos.

Tudo o que você precisa fazer é olhar.

Qual a solução? 

Leia o manual de funcionários e conheça os benefícios disponíveis para você.

Preste atenção aos e-mails e memorandos do recursos humanos, pois eles geralmente informam sobre os benefícios.

Se você não tiver certeza de algo, peça ajuda. E não hesite em se inscrever no material – está lá para você.

11) As compras principais são financiadas por dívida, não por poupança antecipada, e muitas vezes são compradas impulsivamente sem pesquisa.

A família decide que precisa trocar de carro, basta apenas assistir a dois comerciais de TV, e logo estão em uma concessionária local.
E com menos de uma semana depois voltam para casa com um veículo (e com uma dívida pesada).

Eles sabiam que precisavam trocar de carro, mas não fizeram um planejamento prévio – decidem, e simplesmente vão e fazem.

O resultado?

Na maioria das vezes: uma má escolha impulsiva de carro e uma enorme quantidade de dívida.

Qual a solução?

Primeiro: existe hoje a maravilhosa opção de carro por assinatura.

Se você precisa de um carro e não se preparou para compra-lo previamente, essa é uma opção que vale muito a pena.

A Movida e a Porto Seguro oferecem esse serviço.

Mas se você é aquele tipo de pessoa que prefere ter uma carro para chamar de seu, descubra o que você realmente precisa, encontre um modelo que atenda às suas necessidades, confiável, saiba o custo do carro e pesquise previamente.

Comece a se preparar para comprar esse carro em breve (três anos ou menos), e desde já coloque esse dinheiro todos os meses em uma corretora de investimentos.

Então compre o carro com um grande adiantamento ou dinheiro direto e, de repente, você terá um ótimo carro por um preço muito bom.

E você pode aplicar a mesma lógica exata a outras compras – os eletrodomésticos e as compras em casa recompensam a economia e a pesquisa avançadas.

12) Os investimentos (principalmente a aposentadoria) não são diversificados.

Outro erro é colocar todo o seu patrimônio líquido em uma classe de ações ou ativos.

“Não coloque todos os seus ovos em uma cesta.”

Qual a solução? 

Diversifique, especialmente à medida que você se aproxima da aposentadoria. 

Se você não sabe o que está fazendo, coloque seu dinheiro em uma opção de “aposentadoria-alvo” próxima da data da aposentadoria, para que eles possam diversificar automaticamente para você.

A diversificação pode colocá-lo em melhor posição para suportar quedas no desempenho e, portanto, manter o curso enquanto trabalha para alcançar seus objetivos financeiros.

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O planejamento financeiro é muito poderoso para a qualidade de vida.
Saber cuidar do dinheiro traz equilíbrio em todas as áreas da vida, evitando até mesmo conflitos pessoais que, muitas vezes, são ocasionados pelas crises financeiras.

Até mais!

Boa Sorte ?


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